Petroleiros baianos retornam ao trabalho e se mantém em estado de greve

Petroleiros retornaram ao trabalho nas unidades da Petrobrás na manhã de sábado, 14

Petroleiros retornaram ao trabalho nas unidades da Petrobrás na manhã de sábado, 14

Após assembleia geral e extraordinária, realizada na sexta-feira (13/11) em frente à sede da Petrobrás em Salvador, com duração de quase cinco horas, os petroleiros da Bahia, seguindo intensos debates, aprovaram o indicativo da FUP de suspensão do movimento e manutenção do estado de greve. Foram 123 votos a favor do indicativo, 65 contra e 01 abstenção. Os petroleiros voltaram ao trabalho a partir das 7h deste sábado (14). A greve nacional, que começou no domingo (01/11) durou 13 dias. Na Bahia, a produção de óleo e gás e energia foi drasticamente reduzida. Na Rlam, Transpetro, PBIO, Fafen Termelétricas, UO-BA e demais áreas do Sistema Petrobrás a adesão à greve foi de cerca de 80%. A direção do Sindipetro Bahia avalia a greve como positiva e destaca os companheiros que participaram de forma corajosa de toda “essa luta”, particularmente os trabalhadores da Fafen, PBIO, unidades da Transpetro de Jequié e Itabuna e Termelétricas. O coordenador geral ressalta que desde o começo a FUP e seus sindicatos afirmaram que não aceitariam retrocesso nas conquistas dos últimos 12 anos e nenhum direito a menos, “o que foi conseguido na mesa de negociação com a manutenção do nosso ACT, apesar da conjuntura atual claramente desfavorável aos trabalhadores”. Para ele, a greve entra para a história do movimento sindical petroleiro, assim como a que ocorreu em 1995.

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