Ubatã: Professores rejeitam proposta que limita reajuste a 50% da categoria

Foto: Ascom Câmara de Vereadores

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A proposta de reajustar apenas os salários dos professores que estão com salário base abaixo do mínimo foi recusada pelos professores de Ubatã, na assembléia geral realizada na tarde da segunda feira (22), em frente à sede da APLB/SINDICATO. A proposta intermediada pelo Legislativo Municipal, através do presidente da Câmara Fernando Fernandes da Silva, que contemplava reajuste apenas para os professores que estão abaixo do piso, reajuste zero para quem estiver com salário base acima do piso, renúncia de 50% dos salários no período da greve e participação dos sindicalistas e vereadores na elaboração da folha de pagamento de fevereiro, não foi suficiente para convencer à categoria a encerrar a greve, que entrou no novo dia. Apesar da mudança de posicionamento da prefeita, reconhecendo que pagar salário abaixo do piso é ilegal, a proposta de reajuste ZERO para os demais professores que estão com salário base acima do piso, cerca de 150 profissionais e renúncia de parte dos salários no período da greve, só produziu mais violência contra os direitos da categoria, que desde a implementação do piso em 2009 nunca receberam o piso nacional do magistério em Ubatã, estabelecido pela lei federal 11.738/2008 para 1º de janeiro de 2016 em R4 1.067,38 para a jornada de 20 horas e acirra as relações entre trabalhadores e executivo. Além de recusar a proposta intermediada pelo legislativo, a Assembleia, aprovou uma contra proposta para encerrar a greve, que contempla o pagamento do piso para os professores com salário até 959,00 e reajuste de 11,36% para os demais professores. Em Ubatã, à luta da categoria do magistério público é para reajustar os salários de 239 profissionais cuja folha salarial em janeiro foi Fe aproximadamente 415 mil, já a folha dos cargos de confiança da educação, no mesmo período, foi próxima de 164 mil, ou seja, equivalente a 39,51% da folha de professores com lotação em sala de aula. A diretoria da APLB Ubatã, coordenada pela professora Andréia de Souza Miranda convocou a categoria para manter a mobilização nessa terça-feira, enquanto aguarda uma nova proposta do executivo de Ubatã. *  (APLB/UBATÃ)

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