Representante sindical diz como drogas, celulares e armas entram nos presídios baiano

Representante sindical diz como drogas, celulares e armas entram nos presídios baiano
O representante do Sindicato do Agentes Penitenciário da Bahia, José Ramalho, explicou como armas, celulares e drogas conseguem adentrar nos presídios baianos. Ele disse que falta investimento do governo do estado em equipamentos modernos de segurança nas unidades prisionais e revistas minuciosas a todos que tem acesso aos presídios. Todas as vezes em que os agentes penitenciários fazem um baculejo nos módulos prisionais do Conjunto Penal de Jequié são encontrados produtos ilícitos que não deveriam estar em poder dos presos e citou as prováveis portar de acesso desses produtos dentro de uma cadeia. “Por exemplo, o CPJ tem muros baixos que facilitam que objetos sejam arremessados de fora para dentro; são poucos policiais militares nas guaritas; não existe uma revista aos servidores penitenciários, advogados, policiais e pessoas ligadas aos grupos de evangelização”, disse José Ramalho. O Sindicato vem cobrando do Governo a instalação de detectores de metais modernos, raio x, revistas em todas as pessoas que tem acesso aos presídios e no caso de Jequié, uma reforma na estrutura do Conjunto Penal. “Infelizmente os agentes penitenciários do quadro efetivo são sempre crucificados pela entrada de armas, celulares e drogas nas penitenciárias, mas eu dei os exemplos de outra portas para a entrada desses produtos e o servidor não pode ser o único bode expiatório”, disse o líder sindical.
Tags:

Leia também

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *