Da cerveja ao acarajé, preços assustam banhistas nas praias: assista

Sol, verão, calor, férias. Tudo isso combina e pede aquela velha e boa praia. Seja com a família ou com os amigos, nesse período o mar se torna um dos points preferidos dos soteropolitanos e dos turistas que visitam a capital baiana. Com as temperaturas, aumentam também o movimento nas praias e os valores cobrados pelos produtos e serviços nesses locais.O que resta para os banhistas que querem aproveitar a alta estação é buscar alternativas para driblar a alta dos preços. “Eu costumo trazer tudo de casa. Água mineral, refrigerante, água de coco, cerveja, lanches, porque se a gente deixar para comprar aqui na praia o bolso não aguenta e acaba apertando no orçamento, disse Fran Costa, frequentadora assídua da praia do Porto da Barra. O ideal é levar o máximo de coisas que puder para economizar nos gastos, orienta a corretora de imóveis.” O dinheiro que a pessoa gastaria aqui com bebidas e comidas, já economiza para pagar as cadeiras e sombreiros cobrados pelos vendedores”, sugeriu. E ela não é a única a reclamar dos preços dos produtos comercializados nessa época do ano na orla de Salvador. O estudante Victor Barros conta que em apenas duas horas de praia precisou desembolsar mais de R$ 50. “É um absurdo! Eu e minhas amigas chegamos aqui a pouco mais de duas horas e só nesse período já.

gastamos R$ 55. Só um prato com uma porção de acarajé custou R$ 23. Sem contar os valores que teremos que pagar pelo aluguel das cadeiras e do sombreiro”, calculou. Fazendo um rápido giro no Porto da Barra, umas das praias mais frequentas de Salvador, constatou-se um aumento em média de 50% comparado ao verão do ano passado. A garrafa de água mineral custa em média R$ 3,00, a água de coco que que antes era possível encontrar de R$ 3,  passou para R$ 5, já o latão de cerveja está entre R$ 7 e R$ 8, enquanto o refrigerante saiu de R$ 3,50 para R$ 4. Pra comer um acarajé ou um abará, o banhista tem que pagar R$ 7, e se quiser adicionar camarão, o preço vai para R$ 8. Já o aluguel com sombreiros e cadeiras chega a custar R$ 30.  No entanto, os vendedores que trabalham no local justificam o aumento nos preços dos produtos. “Quando chega essa época do ano, os preços costumam subir. Só a cerveja já aumentou, e se sobe a cerveja, consequentemente também aumenta o valor do refrigerante. Então quando vamos comprar as mercadorias para revender acaba saindo mais caro para gente também. Por isso, precisamos revender mais caro”, contou Adailton Silva, que há mais de 20 anos vende bebidas no Porto da Barra. Para o empresário Miguel Brandão, a alternativa dada pela corretora Fran Costa é a melhor a ser adotada. “A gente compra, bota para gelar em casa, traz no isopor e sai muito mais barato”, diz.
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