Ipiaú: Diretor do CEI diz que unidade está tomando todas as medidas cabíveis sobre o caso da estudante que foi baleada

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José Carlos Ribeiro, diretor da unidade de ensino Colégio Estadual de Ipiaú (CEI), em contato por telefone com a reportagem do site Panorama Ipiaú, contou que a unidade está tomando todas as medidas cabíveis sobre o caso da estudante de 16 anos, que foi baleada dentro do colégio(Relembre). “Uma nota oficial para imprensa já está pronta, estamos esperando somente o parecer final do Hospital Prado Valadares, sobre o estado clinico da jovem, e também da assessoria de comunicação do Estado da Bahia. No momento estamos aguardando somente o laudo dos médicos”, disse Ribeiro.Ainda de acordo com o diretor o estado está empenhado sobre o caso da estudante. “Caso a jovem necessite de uma cirurgia, obviamente o estado deve custear”, finalizou Ribeiro.

A mãe da jovem baleada no colégio, esteve no programa de rádio Panorama 91 FM na tarde de ontem(11), onde pediu ajuda financeira à população para custear um procedimento cirúrgico para sua filha, que custa 30 mil reais. Fato que gerou muita discussão entre os ouvintes e leitores do site Panorama Ipiaú, onde foi vinculada a entrevista. Um advogado ipiauense, que não quis se identificar, contou a nossa reportagem que não deve existir dúvidas que a escola é responsável pelo aluno e por sua integridade física, pois ao recebê-los o estabelecimento educacional reveste-se do poder de guarda e preservação da integridade física do estudante, ou seja, sempre que um aluno sofrer danos materiais e/ou morais enquanto estiver sob responsabilidade da instituição de ensino, estes devem ser reparados. “A legislação brasileira não deixa margem para outras interpretações, pois o art. 927 do Código Civil (CC) determina que “aquele que. Por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo. A escola deve ser responsabilizada pelos danos sofridos pelo aluno que vai à escola saudável física e psicologicamente e volta machucado, abalado ou humilhado seja por funcionários do estabelecimento de ensino, por outros alunos ou qualquer terceiro que tenha acesso ao estudante durante o período em que este esteja na escola ou em seus arredores”, finalizou o advogado. (Panorama Ipiaú)

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