‘Chifre’ mostra que pessoa amada ‘não vale nem um real’, brincam Simone e Simaria

Simone e Simaria canta no show da Força Sindical, em imagem de arquivo (Foto: Celso Tavares/G1)

Simone e Simaria canta no show da Força Sindical, em imagem de arquivo (Foto: Celso Tavares/G1)

Com os últimos dois CDs lançados, a dupla baiana Simone e Simaria consagrou uma série de hits no mundo do “feminejo”. O sucesso é marcado pelas letras que falam da “sofrência” feminina e rebatem o imaginário masculino, que dominou o ritmo por décadas. Conhecidas como “As coleguinhas”, as duas se apresentam em Brasília neste sábado (6) e conversaram com o G1 sobre carreira, feminismo e os próximos passos. O show deste sábado faz parte da programação do Festival Villa Mix, no estacionamento do estádio Mané Garrincha. A festa começa às 13h e os ingressos variam de R$ 40 a R$ 600 (veja serviço no fim do texto). Ao G1, as irmãs contaram que as letras geram identificação entre as mulheres porque falam do cotidiano, e que “as mulheres sentiam falta de poder falar e expressar o que pensam através da música. Falo muito sobre o amor, a sofrência. Procuro levantar o astral das mulheres. Elas sofrem com o amor, mas depois passa e fica tudo lindo. O chifre, por exemplo, é bom porque é através dele que você vê que a pessoa que estava ao seu lado não vale nem um real. De qualquer forma a gente não pode deixar de acreditar no amor. Tem muita gente boa no mundo” disse Simaria.

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