Daily Archives: 16/02/2018

Bahia: Polícia recupera R$ 1,4 milhão com sequestradores do fundador das Lojas Guaibim

Polícia recupera R$ 1,4 milhão pagos em resgate de empresário sequestrado

Um total de US$ 451 mil dólares foi recuperado pela polícia civil baiana com quatro homens envolvidos no sequestro do ex-prefeito de Valença e empresário Ramiro José Campêlo de Queiroz. O dinheiro foi apreendido em operação realizada em Caçapava, interior de São Paulo, na Quarta-feira de Cinzas (14). O valor, que  ultrapassa a casa do R$ 1 milhão, foi pago pela família de Ramiro para a libertação da vítima que foi sequestrada no dia 18 de janeiro.

Os baianos Márcio e Geraldo, o o mineiro André e o pernambucano Carlos (Foto: Arte G1/Divulgação/SSP)

O montante foi apreendido, segundo divulgou a Secretaria da Segurança Pública da Bahia, em uma churrascaria no km 19 da Rodovia Presidente Dutra, com quatro envolvidos no crime. A operação também contou com informações da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública. Os baianos Márcio Reis dos Santos, conhecido como Bradock, e Geraldo Alves de Carvalho Neto, o pernambucano Carlos Eduardo Rabello e o mineiro André Luís Maciel Santos já estão presos na Delegacia Antissequestro da Polícia Civil de São Paulo, que também apoiou a operação.

Empresário Ramiro Campêlo foi sequestrado no dia 18 de janeiro e liberado na última segunda-feira.

Segundo o delegado do Draco responsável pelas investigações, Cleandro Pimenta, embora a família não tenha aceitado a participação da polícia na negociação com a quadrilha, a Polícia Civil seguiu com as demais providências de polícia judiciária, chegando à identificação e prisão do grupo. O  delegado permanece em São Paulo dando seguimento às buscas por mais integrantes da quadrilha. “Foi um trabalho conjunto, que graças aos esforços de todos os setores chegamos aos autores do crime”. O empresário e ex-prefeito de Valença foi libertado pelos sequestradores na manhã de segunda-feira (12), no Espírito Santo. *CORREIO
WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Mega-Sena acumula e poderá pagar R$ 100 milhões no sorteio de sábado

O concurso 2.015 da Mega-Sena poderá pagar R$ 100 milhões a quem acertar as seis dezenas neste sábado (17).  No sorteio dessa quarta-feira (14), nenhuma aposta levou o prêmio principal e, mais uma vez, acumulou. As dezenas sorteadas foram  16, 32, 40, 46, 53 e 56. A quina teve 46 ganhadores. Cada um vai receber R$ 65.621,53. Outras 4.140 apostas acertaram a quadra e vão levar R$ 1.041,61 cada. Aplicado na poupança o prêmio de R$ 100 milhões renderia cerca de R$ 400 mil por mês, segundo a Caixa. A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do país.
WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Prefeito de Itapitanga é encontrado morto dentro de casa; policia suspeita de suicídio

O prefeito do município de Itapitanga, Dernival Dias Ferreira, de 54 anos, foi encontrado morto na manhã dessa quinta-feira (15), dentro de sua residência. A informação foi confirmada  pela Polícia Militar. Segundo informou um policial, o corpo foi encontrado por volta das 5h30, com a marca de um tiro na região do peito. A PM foi acionada por vizinhos que ouviram o barulho de disparo na casa do político. Após uma funcionária fornecer a chave do imóvel, os policiais tiveram acesso à residência e encontraram o prefeito morto dentro de um quarto. “Aparentemente foi suicídio, mas isso só a perícia pode confirmar”, disse o policial ao GIRO. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) já foi acionado para realizar a perícia no local.  Não há informações sobre o velório e sepultamento.

O pecuarista Dernival Dias foi eleito em 2016 prefeito do município de Itapitanga, no sul da Bahia, pela terceira vez. Recentemente, o gestor municipal teve R$ 2.346.431,84 bloqueados pela Justiça Federal, junto com mais 36 pessoas, no âmbito da Operação ‘Vassoura de Bruxa’, cuja principal finalidade é apurar fraudes a licitações e desvio de verbas públicas federais. As decisões referem-se a quatro ações do MPF, nas quais os acusados respondem por irregularidades, em 2007 e 2008, no uso de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), Salário Educação, SUS (Sistema Único de Saúde), Programa Nacional de Alimentação Escolar(Pnae).

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Kannário irrita ACM Neto e complica situação na Câmara com comentário no Carnaval

Kannário irrita ACM Neto e complica situação na Câmara com comentário no Carnaval

O vereador e cantor Igor Kannário (PHS) deu um escorregão em sua vida política enquanto estava em cima do trio elétrico no Carnaval deste ano. Ao criticar a ausência de ACM Neto durante sua passagem pelo circuito Osmar, no Campo Grande. Pessoas próximas ao prefeito relataram ao Bahia Notícias que a atitude irritou ACM Neto e pode complicar a situação dele dentro da Câmara de Vereadores de Salvador. No domingo, enquanto passava pelo camarote da prefeitura, Kannário cobrou atenção do gestor municipal e aliado político. “O prefeito tinha que estar aqui comigo. Se ele estivesse aqui, eu ia escaldar mesmo. Só quando passa quem a prefeitura apoia, ele fica?”, disse (veja mais). Por meio da assessoria, ele tentou contornar a situação defendendo que “teve a intenção de se dirigir ao governador do Estado, e não ao chefe do Executivo Municipal” (veja mais). No entanto, o prefeito já havia ficado contrariado com a declaração dada de cima do trio. Somado à falta de comprometimento do vereador junto à bancada do prefeito ACM Neto (veja mais), esse fato pode deixar Kannário mais isolado dentro da base. Além disso, os sucessivos desentendimentos dele com a Polícia Militar também não agradam a pessoas ligadas à Câmara. O desgaste é visto como desnecessário, pode desagradar vereadores ligados à corporação e, de quebra, pode trazer críticas também da bancada de oposição. Considerando que o cantor é cotado para disputar a eleição deste ano, criar tantas rusgas pode não ser saudável para suas pretensões políticas.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Defesa de Joesley pede ao STF validade de delação premiada

Defesa de Joesley pede ao STF validade de delação premiada

A defesa do executivo da JBS Joesley Batista defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a legalidade do acordo de colaboração premiada fechado com o Ministério Público Federal (MPF) em maio do ano passado. Joesley responde aos pedidos da Procuradoria-Geral da República (PGR), sob gestão de Raquel Dodge, que quer a rescisão do acordo. Para a procuradora-geral, Joesley e Ricardo Saud omitiram fatos e descumpriram cláusulas do acerto com o MPF. “Não é hora para arrependimentos. O pedido de rescisão não passa disso. Não há razão alguma para a ruptura!”, afirma o advogado André Luís Callegari, na manifestação de Joesley enviada ao ministro Edson Fachin na quarta-feira (14). O pedido da PGR pela rescisão descreve três episódios, em referência as irregularidades que vieram a público em setembro, por manifestação do então procurador-geral da República Rodrigo Janot. A PGR sugere a participação de Marcelo Miller como defensor dos interesses da J&F quando ainda era procurador da República, o pagamento de R$ 500 mil ao senador Ciro Nogueira (PP-PI) para mudar o posicionamento no caso do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, e a existência de uma conta bancária no Paraguai em nome de Ricardo Saud. Além de negar que Joesley tivesse consciência das supostas ilicitudes cometidas por Miller, a defesa afirma que mesmo que o Ministério Público ofereça denúncia contra Joesley sobre os fatos envolvendo Ciro e o ex-procurador, isso não seria causa suficiente para rescindir o acordo de colaboração. “A alegação de omissão quanto ao suposto delito envolvendo Marcelo Miller não foi objeto do referido acordo e deve ser investigada e julgada em ação penal própria”, afirma. As suspeitas em torno de Miller se referem à participação do ex-procurador nas negociações firmadas por acionistas e executivos do Grupo J&F com o MPF. Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, Miller negou ter cometido algum crime, mas admitiu “lambança” e “erro brutal de avaliação” ao explicar porque deixou o cargo de procurador no dia de 5 de abril e foi trabalhar, na sequência, no escritório de advocacia que tinha a JBS como cliente. Na manifestação de Joesley, a defesa do executivo também afirma que Miller não cometeu crimes, e criticou a PGR por querer rescindir o acordo com base na conduta do ex-procurador. “Este (Joesley) se comportou dentro do esperado, ou seja, como empresário confiando que Marcelo Miller já estava livre para exercer a atividade de advogado. Se Marcelo Miller se comportou incorretamente – jamais ao nível da ilicitude penal, reitere-se! -, isso não é responsabilidade de Joesley Batista”, destaca a defesa. As suspeitas levantadas pela PGR envolvendo o senador Ciro Nogueira foram trazidas em gravações entregues pelos colaboradores ao MPF num segundo momento. Segundo a defesa do executivo, não há o que se falar em omissão, uma vez que o áudio foi repassado “dentro do prazo adicional originalmente concedido”. A investigação sobre a delação da JBS foi aberta por Janot justamente em função dos áudios extras que foram entregues à PGR, que formaram a base das suspeitas em torno da conduta dos delatores., Joesley está preso há cinco meses na Custódia da Polícia Federal em São Paulo. Ele e o irmão Wesley Batista foram detidos preventivamente em setembro, na Operação Tendão de Aquiles, por suposta prática do crime de insider trading, uso de informação privilegiada para lucrar no mercado financeiro.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

TSE arquiva processo do PT contra Globo e Luciano Huck por abuso de poder econômico

TSE arquiva processo do PT contra Globo e Luciano Huck por abuso de poder econômico

Foto: Reprodução / Facebook

O ministro Napoleão Nunes Maia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu arquivar o processo movido pelo PT contra a TV Globo e seus apresentadores Fausto Silva e Luciano Huck por abuso de poder econômico. Na avaliação de Maia, não existe qualquer elemento minimamente confiável que possa lastrear o pedido apresentado”. A representação foi apresentada no começo de janeiro, por conta da entrevista concedida por Huck no programa ‘Domingão do Faustão’. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que assinam o documento, alegam que a participação serviu para fazer uma exaltação “subliminar” de Huck e destacaram que nenhum outro candidato à presidência da República terá acesso a essa estrutura midiática. Maia apontou em sua decisão que Huck disse na entrevista que não será candidato a presidente na eleição deste ano. No entanto, especulações apontam que o apresentador ainda não decidiu se vai concorrer ao Palácio do Planalto em 2018.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint