Daily Archives: 05/03/2018

Amigos acham que STJ permitirá prisão de Lula após julgamento de recurso no TRF-4

Amigos acham que STJ permitirá prisão de Lula após julgamento de recurso no TRF-4

Amigos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão desesperançosos com a possibilidade de ele conseguir reverter no Superior Tribunal de Justiça (SJT) a prisão após ter sido condenado em segunda instância no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). De acordo com a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, eles relatam que saem das conversas com ministros do STJ certos de que eles não comprarão o desgaste de uma sentença contrária ao TRF-4. O habeas corpus da defesa do petista pedindo que ele não seja preso até os recursos serem julgados pelos tribunais superiores deve ser apreciado na próxima terça-feira (6). No entanto, no Supremo, aliados do ex-presidente dizem que a situação é diferente. Ministros indicam que devem seguir a proposta de Dias Toffoli pela qual a prisão deve ser decretada após julgamento de recurso pelo STJ.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Moro decidirá destino de obras de arte apreendidas na Lava Jato

Moro decidirá destino de obras de arte apreendidas na Lava Jato

A definição se o Museu Oscar Niemeyer (MON) pode se tornar o detentor oficial das obras de artes apreendidas pela Operação Lava Jato, uma coleção de valor ainda incalculado pela Justiça, acontece no ano em que a instituição quase duplicou seu acervo próprio de 4 mil peças, com a chegada de 3 mil novos itens da coleção de artes asiáticas doada pelo diplomata Fausto Godoy . Uma parte das obras da coleção do diplomata entraram em exposição no MON nesta quinta-feira (1) na Sala 5, dividindo espaço do museu com a mostra da Sala 6 que reúne parte dos quadros da Lava Jato. São quadros apreendidos em quatro anos de escândalo Petrobrás com os investigados – doleiros, lobistas, políticos, executivos das empresas e da estatal -, que hoje estão sob custódia, armazenados em uma ala inacessível chamada “reserva técnica”, onde ficam todas as obras da instituição guardadas sob critérios museológicos internacionais. Mais conhecido como Museu do Olho, o MON é um dos maiores museus do País e começa a se consolidar como o “Museu da Lava Jato”. “Acho que essas obras devem ficar o mais acessível possível à população. Aqui na galeria do MON, qualquer pessoa pode vir. Essas obras precisar ter esse contato com a população, do pobre ao rico”, diz Artur Machado, de 24 anos, do interior do Rio que na última quarta-feira visitava o museu e observava os quadros da Lava Jato, entre a coleção geral do museu. A decisão sobre o destino das obras, que passaram a ser alvo de interesse da Petrobrás, em 2017, para ressarcimento dos prejuízos, passa pelas mãos do juiz federal Sérgio Moro – acostumado a julgar políticos poderosos, empresários e grandes traficantes e doleiros -, com conhecimento dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato e da União, por meio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). As apreensões são feitas porque os bens são suspeitos de serem patrimônio adquirido com dinheiro de propina ou de origem ilícita, portanto, frutos de supostos crimes de lavagem de dinheiro, para a Justiça e passíveis de serem confiscados, leiloados e os valores revertidos para as vítimas, no caso, o Estado. O perito criminal da Polícia Federal Fábio Salvador explica que a volatilidade e a subjetividade das avaliações de preço das obras ajudam o “mercado negro” da lavagem. A polícia em Curitiba tem desenvolvido em parceria com os técnicos do MON e com a Universidade Federal do Paraná e outros especialistas trabalho inédito no setor de perícias nesses quadros. “Compra-se um quadro por R$ 1 milhão, declara-se por R$ 300 mil, lavaram R$ 700 mil.” “Essas obras poderiam estar em um depósito qualquer, mas a polícia e a Justiça entenderam melhor manter em um local com técnicas e condições adequadas de armazenamento e preservação”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vellozo Almeida Vosnika. “São obras de artistas brasileiros significativos, obras de artistas que já tínhamos no acervo, mas obras que realmente interessam para o museu ter em seu acervo.” A recomendação para que o MON guardasse os quadros foi feito pela PF seguindo indicação da Secretaria de Estado de Cultura do Paraná, que na época avaliou o primeiro lote de 16 telas apreendidas, na primeira fase da Lava Jato. Nessa leva, de 16 de maio de 2014, chegaram quadros como “Manequins” (1991), de Iberê Camargo, a “Roda de Samba” (1958), de Heitor dos Prazeres, a “Trama Urbana (1983), de Cláudio Tozzi, “Nu Deitado” (sem data), de Orlando Teruz, entre outros, que estavam na casa da doleira Nelma Kodama e no escritório do doleiro Raul Henrique Srour. Moro já decidiu nas duas ações penais dos 16 quadros dos doleiros Nelma e Raul que o MON deve ficar com as obras. São processos finalizados (transitado em julgado), mas eles não envolvem crimes na Petrobrás, portanto, não são alvos de disputa, e dependem ainda da União para que o MON seja confirmado como detentor das obras. “Esses bens permanecem em depósito no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e assim permanecerão até o trânsito em julgado e a sua provável afetação definitiva aquela instituição, já que não afigura-se apropriada sua venda em leilão judicial”, escreveu Moro, em despacho – um indicativo de qual será sua postura nos demais processos. O acervo de artes da Lava Jato começou a crescer com a prisão dos lobistas Zwi Skornicki e depois Milton Pascowitch. Com o primeiro, representante da multinacional Keppel Fels que havia pago propinas ao marqueteiro do PT João Santana, a coleção ganho 48 nova peças e elevou o padrão artístico custodiado no MON, em 2015. Entre as obras que chegaram ao museu, os quadros “Homenagem a Mondrian II”, de Nelson Leirner, “Década de 90”, de Amílcar de Castro, a “Bailarina”, de Salvador Dalí, peças de Carlos Vergara, Cícero Dias, Vik Muniz e Miguel Rio Branco, entre outros – o réu, abriu mão da coleção em seu acordo de delação. Em 19 de março de 2015, quando a Lava Jato completou seu primeiro ano, chegou no MON a maior coleção de artes apreendida na casa de um dos investigados. O apartamento do ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, no Rio, era uma galeria de artes, descrevem policiais que estiveram no local. Foram recolhidos 131 quadros das paredes da casa e de um cômodo secreto. Uma coleção pessoal de obras de artistas consagrados como Alfredo Volpi, Alberto da Veiga Guignard, Iberê Camargo, Djanira, Miró, Vik Muniz, Miguel Rio Branco, cujo valor total ultrapassa os milhões. Onze telas de Guignard (1896-1962) faziam parte dessa coleção. Ele era feio, gorducho, fanho – consequência do lábio leporino -, mas enquadrava as paisagens de Ouro Preto em cores e traços que fizeram Cecília Meireles lhe dedicar poema exclusivo, que o apresenta aos leitores como o “grande pintor Guignard, que Deus botou neste mundo, Para Ouro Preto pintar”. As obras quando chegam ao MON vão para uma quarentena e ficam um período em uma sala separada das demais para avaliar se têm algum fundo, cupim – um procedimento museológico adotado sempre que chega um item vindo de fora do acervo de museus. Após a quarentena, os quadros passam pelo laboratório onde é feita a higienização, a limpeza em cada uma e passam a integrar a reserva técnica onde estão as demais obras do acervo de custódia da Lava Jato e do acervo próprio do MON – um total de 4 mil itens. Desde 2014, a direção do MON, que é uma Organização Social (OS) com direito de administrar o museu do Estado, organizou três mostras exclusivas de exposição ao pública, com os quadros: “Obras sob guarda do MON”, em que o visitante pode visitar obras selecionadas só de quadros apreendidos na Lava Jato.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Ipiaú: PM prende no Emburrado suspeitos de roubo e tráfico

drogaspeto

Ação da 55ª CIPM, através do se Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) culminou na apreensão, na manhã deste domingo (04) de armas e drogas durante ronda no Bairro do Emburrado, em Ipiaú. Ao avistarem elemento em atitude suspeita a bordo da motocicleta honda cg de placa PKJ 6147, os policiais iniciaram a abordagem. Ao perceber a aproximação da viatura,Ricardo dos Santos Mota tentou fugir adentrando a residência de Luan Pinheiro Lima, que já tem registro de várias passagens pela polícia.

1520211604639963

Os militares encontraram na referida casa três armas de fabricação caseira, um pé de planta similar a maconha além de drogas prontas para venda: nove petecas de cocaína, nove petecas de substância análoga a maconha, além de dois celulares da marca Motorola e 201 reais em dinheiro. Em consulta ao sistema de segurança, foi constatado que Ricardo já cumpriu pena por seis anos no Conjunto Penal de Jequié.

Os dois homens, suspeitos de envolvimento em crimes de roubo e tráfico na cidade, foram apresentados no Complexo Policial de Ipiaú, onde permanecem presos à disposição da Justiça.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Jovem de 17 anos é encontrado morto no Trevo de Gongogi

Corpo foi encontrado próximo ao trevo de Gongogi (Foto: Ubatã Notícias)

Um menor de 17 anos identificado como Marcos Souza Matos foi assassinado com um tiro na cabeça às margens da BR-330, próximo ao trevo que dá acesso ao município de Gongogi, à cerca de 3 km de Ubatã. Segundo informações da Polícia Militar, o corpo do jovem foi encontrado por populares por volta das 11h:40 deste domingo. A PM foi acionada e confirmou a informação. O corpo do menor foi encontrado com perfurações visíveis no braço e na cabeça, provavelmente causadas por arma de fogo. Segundo informou populares à Polícia, o jovem era envolvido com o tráfico de drogas e residia no município de Gongogi. Ainda não há informações sobre o provável horário da execução e tampouco os autores do crime. A Polícia Civil investigará o caso. *Informações do Ubatã Notícias
WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Ipiaú: Fazenda do Povo recebe tanques com capacidade para 80 mil litros de água potável

Obra é realizada através de parceria entre a Prefeitura e a CERB (Foto: Divulgação)

Na manhã da última quinta-feira (01), foram iniciadas as atividades para implantação da rede de água do novo poço artesiano na Fazenda do Povo. A equipe da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município esteve presente no local para acompanhar as instalações. De acordo com a Prefeitura, serão colocados mais 2 tanques comportando 20 mil litros de água potável cada, no total serão 80 mil litros para abastecer em torno de 150 famílias da localidade. O projeto é em parceria com a CERB, órgão do Governo do Estado. A obra deve ficar pronta nesse mês de março.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Quatro homens morrem após confronto com a CIPE Central em Ibirataia

Material apreendido com os suspeitos (Foto: Divulgação/CIPE Central)

Quatro homens morreram após um intenso tiroteio com a CIPE Central, no início da manhã desse sábado (03), no município de Ibirataia. Segundo as informações preliminares apuradas pela nossa reportagem, os indivíduos estavam trafegando em um carro na BA-120, trecho entre Ibirataia e Gandu, quando resistiram a abordagem dos policiais. Os suspeitos teriam disparado contra a viatura e fugido por uma estrada vicinal. Houve perseguição. Os homens abandonaram o carro e tentaram fugir pelo matagal. No tiroteio, os quatro suspeitos foram baleados e socorridos com vida até o Hospital Geral de Ipiaú, mas não resistiram e morreram. Conforme as informações preliminares, os indivíduos faziam parte de uma organização criminosa que atua na região sul e baixo sul da Bahia.

Caique era considerado de alta periculosidade 

Um dos mortos, identificado como Caique Lima dos Santos, apelidado de Marreta, era acusado de queimar viva a sua companheira, de 62 anos, na zona rural de Ibirapitanga, em 2015 (ver matéria). Ele também teria participado do assalto e sequestro de um empresário de Ipiaú em dezembro de 2015. Caique estava foragido da justiça. Outro homem morto no confronto foi identificado como Celso de Jesus, apelidado de Babão, morador de Ibirataia. As identidades dos demais suspeitos, até às 19h desse sábado, ainda não tinham sido reveladas. Foram apreendidos com o grupo: três revólveres, uma espingarda calibre 44, duas toucas “ninja”, duas máscaras, uma chave micha e munições calibres 44, 38 e 32.

WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint

Funcionário do Detran e mais três homens são presos por roubo de carga

Uma carga de carne e produtos alimentícios avaliada em R$ 80 mil foi recuperada na tarde de quinta-feira (1º), na estrada Cascalheira, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. Quatro suspeitos de envolvimento no roubo foram presos, entre eles, um comerciante e funcionário do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran) de Simões Filho, na região metropolitana. Conforme apontam as investigações, após o roubo, a quadrilha conseguiu transportar o caminhão com a carga até o município de Simões Filho e, depois, distribuiu em três postos distintos de Salvador e região metropolitana, que não foram especificados pela polícia. Segundo o delegado Gustavo Coutinho, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias (Decarga), na ação foram presos e autuados por crime de receptação Hamilton Menezes dos Santos, que de acordo com a polícia, descarregou a carga roubada repassando para caminhões menores; e Leandro dos Santos Neves, responsável por distribuir os produtos para donos de mercados em Salvador.
WhatsAppLinkedInGoogle+Outlook.comGoogle GmailEmailPrint